Capacidade de Gestão do Líder
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by: Professor Julio
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Não importa a área da
empresa, o Gerente é responsável por 70% do clima motivacional no seu ambiente
de trabalho e suas atitudes se refletem diretamente no comportamento da equipe.
Segundo pesquisas da Hay Group Consulting (empresa especializada em sistemas de
liderança), um bom Gerente acaba influindo em cerca de 30% dos resultados
globais de uma organização. Não pelo seu trabalho pessoal, pois as razões estão
na sua capacidade de gestão, com ênfase em alguns pontos:
·
Relacionamento
com Clientes;
·
Habilidade para
ouvir;
·
Presença direta
onde as coisas acontecem; e
·
Gerenciamento
eficaz da equipe.
Como
líder, o Gerente é quem dá o tom da qualidade e do direcionamento do trabalho.
Tanto que é comum se associar à personalidade do Gerente, a personalidade da
organização, e da própria equipe. Quando o Gerente é bom, a empresa e as
equipes são excelentes. Gerente médio ou regular, tudo acaba sendo nivelado por
baixo, inclusive o mercado. Para um Gerente médio ou regular, funcionário
nenhum presta, enquanto que a falha está na cabeça da chefia e não nas pessoas
que estão ali ansiosas, seguindo o tom do líder.
Por
outro lado, tornar-se um Gerente é algo estimulante, desafiador e um pouco
perturbador. Embora muitas pessoas tenham sonhado com isso durante algum tempo,
traz, naturalmente, alguma ansiedade às pessoas que são promovidas – ou
contratadas – para tal cargo.
Alguém
acreditou nessa pessoa e ele acreditou em si mesmo. Por isso, ele deve estar
certo que não foi acidentalmente que chegou onde está agora. Ele foi
recompensado pelo desempenho demonstrado ao colaborar para o sucesso da sua
organização. Dessa forma, ele será desafiado a alterar seu ponto de vista sobre o trabalho e por isso mesmo ele deverá
capacitar -se para:
·
Definir e
solucionar problemas, além de avaliar oportunidades;
·
Ampliar sua
perspectiva para ter a visão do todo;
·
Equilibrar a
lealdade aos subordinados com a fidelidade à diretoria.
Primeiramente,
ele deverá se afastar das reclamações mesquinhas, das calúnias ou das “alfinetadas”
de seus antigos colegas, sendo objetivo e justo. Para desviar eventuais
ressentimentos, ele deve resistir às manipulações de comprometer seus padrões
de desempenho ou mudanças de regras, em consideração aos “velhos tempos”.
E,
quando gerenciar pessoas que ainda não tenha trabalhado juntos, ele deverá conversar
com elas e ouvi-las sobre suas funções e suas preocupações. Os Gerentes que
pedem conselhos e opiniões demonstram sabedoria ao admitir que não possuem
todas as respostas. E, além disso, sua equipe tolerará seus erros se os escutar
e respeitar suas opiniões.
Sobre o Autor
Professor, consultor e palestrante. Articulista do Jornal
do Commercio (RJ) e co-autor do livro: "Trabalho e Vida Pessoal - 50
Contos Selecionados" (Ed. Qualytimark, Rio de Janeiro, 2001). Por mais de 20 anos treinou equipes de Atendentes,
Supervisores e Gerentes de Vendas, Marketing e Administração em várias empresas
multinacionais de bens de consumo e de serviços. Elaborou o curso de “Gestão
Empresarial” e atualmente ministra palestras e treinamentos “in Company” nas
áreas de Marketing, Administração, Técnicas de Atendimento ao Cliente,
Secretariado e Recursos Humanos. Graduado em Administração de Empresas, especialista
em Marketing e Gestão Empresarial, com MBA em Marketing no Mercado
Globalizado e complementação pedagógica.
Contatos: jcss_sc@click21.com.br (21) 2233-1762 / (21) 9423-9433
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