Nova Técnica para Controle de Peso e Diabetes (baseada no chá da pata de vaca)
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by: Valdir
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É notório que o organismo humano não digere a celulose. Isto é um fato conhecido há muito tempo. O que fiz foi conceber a idéia de usar este princípio como um escudo natural para nosso excesso digestivo.
Fiz alguns cálculos bioquímicos e cheguei a uma fórmula inédita que culminou em um produto natural, um chá sem nenhum efeito colateral. Utilizo folhas de plantas (laranja, acerola, “pata-de-vaca”) e deixo adormecidas por 24h em um composto que desenvolvi também a partir de cálculos. Em seguida, extraio as fibras da celulose e faço o chá. O produto final é gratuito, pois estas plantas são encontradas em abundância em minha Região (Nordeste do Brasil), e o processo de produção também não implica em gastos.
Com o uso do chá, como o organismo não digere o excesso, ocorre o impedimento do acúmulo de glicose e de lipídios no sangue (tenho percebido também que o chá parece interferir positivamente regulando a digestão de indivíduos que apresentam distúrbios digestivos). Isso leva a um controle de diabetes sem precisar de insulina, e para quem esteja acima do peso, não precisa de grandes sacrifícios, pois o excesso simplesmente se converterá em fezes. Com os cálculos cheguei a uma forma de “segurar” a celulose no tubo digestório por tempo suficiente para impedir o excesso de absorção.
Alguns produtos comerciais fazem algo parecido através da formação de um gel, mas como isso é a base de produtos químicos, tanto a pessoa pode ter efeitos negativos em sua pressão sangüínea ou outras complicações, como em muitos casos a pessoa depois de emagrecer tende a ganhar novamente peso (até mais que antes, pois tem seu organismo alterado quimicamente o que faz ele reagir, provocando danos).
Para uma justificativa científica, cito Richard M Schultz e Michael N. Leibman ao afirmarem que "os aminoácidos, em proteínas, sofrem várias reações químicas com reagentes que podem ser usados para investigar a função de cadeias laterais específicas. Estes reagentes ligam-se à sítios específicos na estrutura da proteína dobrada, como o sítio de ligação ao substrato". Da mesma maneira que através da estratégia citada por Schultz e Leibman, se modela as características estruturais do substrato natural das enzimas, a proporção adequada de celulose, liga-se ao sítio catalítico das enzimas digestivas, mas ao invés de modificá-las, apenas impede, como um escudo natural, parte da ação digestiva, não havendo digestão além da necessária para o bom catabolismo. Essa ação protetora se dá porque nosso organismo não digere a celulose. Sem proporção ideal, ela simplesmente percorre o tubo digestório. Controlada, ela protege, antes de seguir seu percurso.
Da mesma forma, nesta mesma proporção, a celulose parece aproveitar sua similaridade no tocante ao padrão tridimensional da insulina humana. Talvez fosse adequado testar esta afirmação em suínos, pois: "a compatibilidade das insulinas do porco e do boi no homem, é devido ao pequeno número e à natureza conservativa das mudanças entre as seqüências de aminoácidos das insulinas (Bragdon e Heel)".
Além da celulose, a parede celular das plantas possuem também lignina e pectina. O já notório trabalho do químico industrial Armando Sabaa Srur, sobre a ação da pectina através de uma farinha feita da casca do maracujá evidencia que esta fibra (pectina) diminui a absorção de gorduras e carboidratos, combatendo os picos de insulina. Transformando-se em gel no tubo digestório, a pectina “arrasta” a glicose e o colesterol dos alimentos. Em minha pesquisa, calculei as proporções que acredito serem ideais para a celulose se manter no tubo, protegendo-o, blindando-o, contra os excessos na absorção. Então, os alimentos, independentemente da pectina irão percorrer o tubo sem serem excessivamente absorvidos, e havendo a pectina, a “celulose controlada” permitira que ela (pectina) faça seu “trabalho” sem provocar o efeito contrário (pois a maioria dos alimentos ricos em pectina são também ricos em açúcar).
Além da ação da celulose, aproveitamos na bauhinia forficata sua concentração em flavonóides e taninos, e outros agentes químicos, cujas propriedades são extremamente relevantes contra diabetes e outras doenças metabólicas.
Referência Bibliográfica:
Brogdon, R.N., e Heel, R.C. Human insul: a review of its biological activity. Pharmacokinetics, e therapeutic use. Drugs 34: 350; 1987.
Contato: biovaldir@hotmail.com
Nosso site: www.projetodiabetes.com.br
Sobre o Autor
Valdir Antônio da Silva é Biólogo, Doutor em Bioquímica. Além de Pesquisador, atua também como professor Universitário e Coordenador de graduação e pós-graduação. Mais informações: biovaldir@hotmail.com
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